domingo, 20 de setembro de 2009
Casamentos inter-raciais? Não em Israel!
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Israel (novamente) acusado de crimes de guerras. Agora por investigação especial da ONU.
O agora relatório da ONU, com 575 páginas e liderado por Richard Goldstone pode ser lido em http://www2.ohchr.org/english/bodies/hrcouncil/specialsession/9/docs/UNFFMGC_Report.pdf
Richard Goldstone é um judeu sul-africano, famoso por ter atuado como advogado e alcançado a posição de juíz na Suprema Corte da África do Sul, bem como sua atuação no ensino, pesquisa e militância em favor dos direitos humanos. Não é a primeira vez que Israel é acusado de crimes de guerra por conta de sua última guerra em Gaza.
Richard Falk, judeu-estadunidense, professor de Direito Internacional e que atualmente é relator especial da ONU para os Territórios Palestinos Ocupados acusou Israel de crimes de guerra em artigo ao jornal The Nation - http://www.thenation.com/doc/20090112/falk . Em relatório de fevereiro de 2009 para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, Falk criticou severamente Israel pela ilegalidade de sua guerra. Seu relatório pode ser lido aqui http://daccessdds.un.org/doc/UNDOC/GEN/G09/122/19/PDF/G0912219.pdf?OpenElement
A Anistia Internacional (AI) já havia divulgado relatório (2 de julho de 2009) em que denunciava Israel e Hamas por cometerem crimes de guerra. O relatório da AI, intitulado "22 dias de morte e destruição pode ser lido abaixo:
Outra organização de advocacia de direitos humanos, a Human Rights Watch fez diversos relatórios baseados em investigações em que aponta crimes de guerra cometidos por Israel e pelo Hamas. Violações cometidas por organizações palestinas:
Relatório sobre os danos causados em palestinos por mísseis disparados por organizações militantes palestinas: http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/ioptqassam0809webwcover.pdf
Relatório "Precisamente errados - civis em Gaza mortos por ataques de aviões não tripulados": http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/iopt0609webwcover_0.pdf
Relatório "Mortos sob bandeiras brancas - o assassinato de palestinos na Guerra em Gaza": http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/ioptwf0809webwcover_1.pdf
A
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Missão da ONU acusa Israel de castigar população da faixa de Gaza
da Folha Online
15/09/2009 - 13h21
Uma comissão do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) acusou Israel de ter cometido crimes de guerra na grande operação lançada pelo Estado no território palestino da faixa de Gaza, entre dezembro e janeiro passados. O documento traz diversas denúncias contra militares israelenses, porém pondera que o lançamento de foguetes pelos insurgentes palestinos --que motivaram a operação, segundo o governo de Israel-- também configura crime de guerra.
Leia a íntegra do relatório da ONU (em inglês)
O relatório, apresentado em Nova York pelo juiz sul-africano Richard Goldstone, o presidente da missão de quatro pessoas que foi encarregada da investigação, afirma que a operação da Israel foi contra "o povo de Gaza em conjunto" e seguiu "uma política de castigo".
"Israel não adotou as precauções requeridas pelo direito internacional para limitar o número de civis mortos ou feridos nem os dados materiais", acrescentou. O documento afirma que o disparo de fósforo branco --que causa queimaduras severas e problemas respiratórios- e o uso de artilharia altamente explosiva foram violações à lei humanitária.
| Ali Ali/Efe | ||
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| Meninos palestinos caminham entre escombros de edifício destruído na ofensiva de Israel contra a faixa de Gaza |
No seu levantamento, os funcionários da ONU observam ainda que os militares israelenses usaram 'a força de maneira desproporcional' contra civis palestinos, com o bombardeio de armazéns de alimentos, zonas residenciais, fábricas e equipamento de tratamento de água. "Pelos fatos analisados, a missão acha que essas destruições tinham como objetivo negar a subsistência da população civil."
Como exemplos a missão cita um ataque à localidade de Zeitoun, no sul da Cidade de Gaza, contra um imóvel no qual os próprios soldados israelenses tinham colocado civis palestinos e outros sete casos de civis palestinos baleados ao deixar as suas casas correndo em busca de abrigo. Essas vítimas, ainda segundo o relatório, frequentemente levavam bandeiras brancas e, às vezes, agiram sob instrução dos israelenses.
O relatório traz o testemunho de um oficial de inteligência palestino, de 39 anos, segundo o qual ele foi obrigado a andar à frente dos militares israelenses enquanto eles revistavam sua casa e a ficar de cuecas na frente dos soldados ao lado do filho, que foi obrigado a ficar nu.
"Se levarmos em conta o planejamento que ocorreu e o uso da melhor tecnologia disponível para executar esses planos, além da declaração do Exército israelense de que não existiram erros, a missão conclui que os incidentes e os padrões de conduta analisados no relatório são o resultado de decisões políticas deliberadas", acusa a missão da ONU.
O texto --que possui 575 páginas-- afirma que Israel "cometeu crimes de guerra e, possivelmente, contra a humanidade", mas também afirma existirem provas de que os grupos armados palestinos cometeram esses mesmos crimes ao disparar foguetes contra as cidades do sul de Israel sem distinguir entre alvos civis e militares.
Quase 1.400 palestinos e 13 israelenses morreram durante os enfrentamentos, entre 28 de dezembro de 2008 e 18 de janeiro, quando Israel invadiu Gaza com o argumento de tentar deter o lançamento de mísseis, por parte do Hamas, contra seu território.
Outro lado
O governo de Israel, que se recusou a colaborar com a investigação da ONU, criticou o que considera uma predisposição da missão a atacar o Estado hebraico, mas afirmou que "lerá todo o relatório com cuidado".
"O mandato da missão e a resolução que a estabeleceu previram o resultado de qualquer investigação; deu legitimidade à organização terrorista do Hamas e desconsiderou a tática deliberada do Hamas de usar civis palestinos para encobrir ataques terroristas", afirmou o Ministério de Relações Exteriores de Israel, em comunicado enviado à missão israelense situada na ONU de Genebra.
O comunicado ressalta que Israel já examinou mais de cem denúncias de más condutas das forças durante a operação em Gaza e que elas já resultaram em 23 investigações criminais.
Com Efe, France Presse e Associated Press
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u624207.shtml
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Terrorismo judeu - puro e simples

quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Theory / Teoria
The Clash of Ignorance
by Edward W. Said - October 4, 2001 - The Nation
http://www.thenation.com/doc/20011022/said
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O choque de ignorâncias
domingo, 6 de setembro de 2009
O ataque às equipes médicas
Israel aprova expansão de assentamentos
06/09/2009 - 19h26
sábado, 5 de setembro de 2009
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| Doctor: 90% of war casualties at Gaza hospital were civilians | |||||
O médico norueguês Mads Gilbert, membro do Comitê Norueguês de Ajuda, uma organização humanitária que atua com ações voltadas à saúde estava em Gaza atuando com ajuda humanitária no hospital de Shifa, na cidade de Gaza durante a última guerra. Ele publicou um livro de mais de 300 páginas intitulado "Eu em Gaza" contando sua experiência de médico voluntário na Palestina, onde trabalha há mais de 20 anos. No livro ele declara que entre 80-90% dos pacientes atendidos com ferimentos ou mortos recebidos eram civis. Fonte: http://haaretz.com/hasen/spages/1112493.html | |||||
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Desmond Tutu diz que palestinos pagam pelo Holocausto
Tutu diz que palestinos pagam pelo Holocausto
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Liberdade de Informação e Apartheid - Incompatíveis com a Democracia
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Apartheid na Escola
Little recourse for Arab girl rejected from Israeli day-care
Jonathan Cook, The Electronic Intifada, 10 August 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Who is a true Israeli? / Quem é um verdadeiro israelense?
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Netanyahu: Israel não vai desmontar "o muro"
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| Netanyahu: Israel won't dismantle "West Bank fence" (The Apartheid Wall) | |||||
| By Haaretz Service and News Agencies Prime Minister Benjamin Netanyahu said Wednesday that Israel has no intention of dismantling the West Bank separation fence, which he called "a critical component of Israel's security." "The separation fence will remain in place and will not be dismantled," Netanyahu told Knesset members. http://haaretz.com/hasen/spages/1102097.html --- The Wall is considered illegal. In 2004, the International Court of Justice said that it contrary to international law and should be dismantled. The Judges opinions can be read here: http://www.icj-cij.org/docket/index.php?p1=3&p2=4&k=5a&case=131&code=mwp&p3=4 --- Netanyahu: Israel não vai desmontar "o muro do apartheid" O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu declarou que não vai desmontar o muro na Cisjordânia, que chamou de "componente fundamental de segurança". O muro é consideral ilegao. Em 2004, a Corte Internacional de Justiça declarou que é contrário ao Direito Internacional e deveria ser desmontado. As opiniões do juízes podem ser lidas aqui: http://www.icj-cij.org/docket/index.php?p1=3&p2=4&k=5a&case=131&code=mwp&p3=4 (inglês). | |||||
Israel apaga o termo “Nakba” de livros escolares dos árabes
Da Redação - http://www.arabesq.com.br/Principal/Política/PoliticsArticle/tabid/79/ArticleID/1478/Default.aspx
“Não há motivos para considerar uma catástrofe a criação do estado de Israel em um sistema educativo oficial. A função desse sistema não é negar a legitimidade do nosso país e nem incentivar o radicalismo nas frentes árabes israelenses”, acrescentou.
Com agências internacionais
22/07/2009 ![]()
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Israel bans use of Palestinian term 'nakba' in textbooks ![]()
By Reuters
Israel will remove from school textbooks an Arabic term that describes its creation in 1948 as a "catastrophe", the Education Ministry said on Wednesday.
Prime Minister Benjamin Netanyahu said when he was opposition leader two years ago the word "nakba" in Israeli Arab schools was tantamount to spreading propaganda against Israel.
The term, which is not part of the curriculum in schools in Jewish communities, was introduced into a book for use in Arab schools in 2007 when the Education Ministry was run by Yuli Tamir of the center-left Labor party.
The book was aimed at children, aged 8 and 9.
Arab citizens make up about a fifth of Israel's population of seven million. The term nakba is used by Palestinians to describe the founding of Israel in a war when some 700,000 Palestinians fled or were expelled from their homes.
"After studying the matter with education experts it was decided that the term nakba should be removed. It is inconceivable that in Israel we would talk about the establishment of the state as a catastrophe," said Yisrael Twito, a spokesman for Education Minister Gideon Sa'ar.
A passage in the textbook, describing the 1948 Middle East war at the time of Israel's creation, said: "The Arabs call the war the nakba - a war of catastrophe, loss and humiliation - and the Jews call it the Independence War."
Jafar Farrah, director of Mossawa, an Israeli-Arab advocacy group, said the decision to remove the term only "complicated the conflict". He called it an attempt to distort the truth and seek confrontation with the country's Arab population.
http://haaretz.com/hasen/spages/1102099.html
terça-feira, 21 de julho de 2009
Israel é um Estado colonialista e expansionista
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| 'Israel has indisputable right to build in East Jerusalem' | |||||
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| Study: Settlements get more state funding than Israeli cities | |||||
| By Reuters Jewish settlements in the West Bank get significantly bigger slice of Israeli government financial help than municipalities in Israel itself, according to a study published on Tuesday. The study by the Macro Center of the Israeli European Policy Network is entitled "Historical Political and Economic Impact of Jewish Settlements in the Occupied Territories." The settler population is also growing more than three times faster than the population of Israel proper, says the report, which traces the development of Jewish settlements since the 1967 Six-Day War. (...) "While Israeli municipalities as a whole receive 34.7 percent of their income from [the government] and obtain another 64.3 percent from their own income, settlement municipalities obtain 57 percent from the [government], and only 42.8 percent from their own income," the study found. Israel's government "allocates 4.1 percent its total budget for municipalities to settlements, although they constitute just 3.1 percent of the total Israeli population", the report adds. http://www.haaretz.com/hasen/spages/1101829.html | |||||
Pogroms: Colonos judeus atacam propriedades de palestinos
By Anshel Pfeffer, Haaretz Correspondent, and The Associated Press
The Israel Defense Forces said it received reports of the rampage, but by the time troops arrived, the settlers had fled.
Extremist settlers often vandalize Palestinian property to protest Israel's removal of small, illegal outposts in the West Bank - a tactic they call "the price tag."
(...)
Colonos devastam a Cisjordânia pelo segundo dia seguido. Desta vez cortaram 40 oliveiras pertencentes à agricultores palestinos na vila de Burin, declarou o prefeito Ali Eid.
As forças armadas de Israel receberam relatórios da devastação, mas quando soldados chegaram, os colonos judeus já haviam fugido.
Colonos (judeus-sionistas, embora nem sempre israelenses) extremistas frequentemente vandalizam propriedades de palestinos como represália à sua retirada de seus assentamentos ilegais. (...)
http://haaretz.com/hasen/spages/1101831

