domingo, 20 de setembro de 2009

Casamentos inter-raciais? Não em Israel!

Sep 18, 2009 3:11 | Updated Sep 18, 2009 8:20
'Protecting' Jewish girls from Arabs

"Protegendo" garotas judias de árabes

Toda noite, um grupo de 35 voluntários judeus-israelenses sai às ruas de Jerusalém para dar conta de um crescente problema: o namoro de mulheres judias com homens árabes. O grupo Eish L'Yahadut (Fogo pelo Judaísmo) tenta desencorajar estas mulheres a terem relacionamentos.

"O nosso objetivo é entrar em contato com essas garotas e explicar para elas os perigos com os quais estão se envolvendo", declarou Moshe (31 anos), um membro do grupo. Ele disse que "nossa missão não é contra os árabes, mas a proteção das mulheres judias".

Fonte:
http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1253198149221&pagename=JPost/JPArticle/ShowFull
Jerusalém Post

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Israel (novamente) acusado de crimes de guerras. Agora por investigação especial da ONU.

O agora relatório da ONU, com 575 páginas e liderado por Richard Goldstone pode ser lido em http://www2.ohchr.org/english/bodies/hrcouncil/specialsession/9/docs/UNFFMGC_Report.pdf

Richard Goldstone é um judeu sul-africano, famoso por ter atuado como advogado e alcançado a posição de juíz na Suprema Corte da África do Sul, bem como sua atuação no ensino, pesquisa e militância em favor dos direitos humanos. Não é a primeira vez que Israel é acusado de crimes de guerra por conta de sua última guerra em Gaza.

Richard Falk, judeu-estadunidense, professor de Direito Internacional e que atualmente é relator especial da ONU para os Territórios Palestinos Ocupados acusou Israel de crimes de guerra em artigo ao jornal The Nation - http://www.thenation.com/doc/20090112/falk . Em relatório de fevereiro de 2009 para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, Falk criticou severamente Israel pela ilegalidade de sua guerra. Seu relatório pode ser lido aqui http://daccessdds.un.org/doc/UNDOC/GEN/G09/122/19/PDF/G0912219.pdf?OpenElement

A Anistia Internacional (AI) já havia divulgado relatório (2 de julho de 2009) em que denunciava Israel e Hamas por cometerem crimes de guerra. O relatório da AI, intitulado "22 dias de morte e destruição pode ser lido abaixo:

Inglês - http://www.amnesty.org/en/library/asset/MDE15/015/2009/en/8f299083-9a74-4853-860f-0563725e633a/mde150152009en.pdf

Espanhol - http://www.amnesty.org/en/library/asset/MDE15/015/2009/en/ab9d8f04-db54-4bbc-921f-c2f45a84c62c/mde150152009spa.pdf

Outra organização de advocacia de direitos humanos, a Human Rights Watch fez diversos relatórios baseados em investigações em que aponta crimes de guerra cometidos por Israel e pelo Hamas. Violações cometidas por organizações palestinas:

Relatório sobre os danos causados em palestinos por mísseis disparados por organizações militantes palestinas: http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/ioptqassam0809webwcover.pdf

Relatório "Chuva de fogo - o uso ilegal de fósforo branco por Israel": http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/iopt0309webwcover.pdf

Relatório "Precisamente errados - civis em Gaza mortos por ataques de aviões não tripulados": http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/iopt0609webwcover_0.pdf

Relatório "Mortos sob bandeiras brancas - o assassinato de palestinos na Guerra em Gaza": http://www.hrw.org/sites/default/files/reports/ioptwf0809webwcover_1.pdf

17/09/2009

UN report: Gaza water supply on verge of collapse

y Zafrir Rinat, Haaretz Correspondent

Bhttp://haaretz.com/hasen/spages/1115260.html

he water supply in the Gaza Strip is on the very of collapse due to

Tpollution that has been worsened by damage to infrastructure during Operation Cast Lead, according to a United Nations Environment Program report released Tuesday. (...)

aza's population faces severe health problems due to the decline in drinking- water quality, such as the so-called "blue baby syndrome" in which babies' blood is damaged by exposure to nitrate compounds in waste. The babies become cyanotic, which causes their skin to take on a blue tinge, and to suffer from respiratory and intestinal problems.

G---
Relatório da ONU: fontes de água em Gaza a beira do colapso

s fontes de água em Gaza estão a beira do colapso devido à poluição, situação que foi agravada pelos danos à infraestrutura da região durante a Operação Cast Lead, de acordo com o Programa Ambiental da ONU, em relatório divulgado terça-feira.

A
..) A população de Gaza enfrenta severos problemas de saúde devido ao declínio da situação de água potável, como a chamada "síndrome do bebê azul", que causa danos ao sangue de bebês que se tornam cianóticos (uma coloração azul da pele e mucosas devido à problemas de oxigenação no sangue) em decorrência da exposição a compostos de nitrato no lixo. Os bebês, cianóticos, tem a pele tomada por uma azul e sofrem de problemas respiratórios e intestinais.
(
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Missão da ONU acusa Israel de castigar população da faixa de Gaza

da Folha Online

15/09/2009 - 13h21

Uma comissão do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) acusou Israel de ter cometido crimes de guerra na grande operação lançada pelo Estado no território palestino da faixa de Gaza, entre dezembro e janeiro passados. O documento traz diversas denúncias contra militares israelenses, porém pondera que o lançamento de foguetes pelos insurgentes palestinos --que motivaram a operação, segundo o governo de Israel-- também configura crime de guerra.

Leia a íntegra do relatório da ONU (em inglês)

O relatório, apresentado em Nova York pelo juiz sul-africano Richard Goldstone, o presidente da missão de quatro pessoas que foi encarregada da investigação, afirma que a operação da Israel foi contra "o povo de Gaza em conjunto" e seguiu "uma política de castigo".

"Israel não adotou as precauções requeridas pelo direito internacional para limitar o número de civis mortos ou feridos nem os dados materiais", acrescentou. O documento afirma que o disparo de fósforo branco --que causa queimaduras severas e problemas respiratórios- e o uso de artilharia altamente explosiva foram violações à lei humanitária.

Ali Ali/Efe
Meninos palestinos caminham entre escombros de edifício destruído na ofensiva de Israel contra a faixa de Gaza
Meninos palestinos caminham entre escombros de edifício destruído na ofensiva de Israel contra a faixa de Gaza

No seu levantamento, os funcionários da ONU observam ainda que os militares israelenses usaram 'a força de maneira desproporcional' contra civis palestinos, com o bombardeio de armazéns de alimentos, zonas residenciais, fábricas e equipamento de tratamento de água. "Pelos fatos analisados, a missão acha que essas destruições tinham como objetivo negar a subsistência da população civil."

Como exemplos a missão cita um ataque à localidade de Zeitoun, no sul da Cidade de Gaza, contra um imóvel no qual os próprios soldados israelenses tinham colocado civis palestinos e outros sete casos de civis palestinos baleados ao deixar as suas casas correndo em busca de abrigo. Essas vítimas, ainda segundo o relatório, frequentemente levavam bandeiras brancas e, às vezes, agiram sob instrução dos israelenses.

O relatório traz o testemunho de um oficial de inteligência palestino, de 39 anos, segundo o qual ele foi obrigado a andar à frente dos militares israelenses enquanto eles revistavam sua casa e a ficar de cuecas na frente dos soldados ao lado do filho, que foi obrigado a ficar nu.

"Se levarmos em conta o planejamento que ocorreu e o uso da melhor tecnologia disponível para executar esses planos, além da declaração do Exército israelense de que não existiram erros, a missão conclui que os incidentes e os padrões de conduta analisados no relatório são o resultado de decisões políticas deliberadas", acusa a missão da ONU.

O texto --que possui 575 páginas-- afirma que Israel "cometeu crimes de guerra e, possivelmente, contra a humanidade", mas também afirma existirem provas de que os grupos armados palestinos cometeram esses mesmos crimes ao disparar foguetes contra as cidades do sul de Israel sem distinguir entre alvos civis e militares.

Quase 1.400 palestinos e 13 israelenses morreram durante os enfrentamentos, entre 28 de dezembro de 2008 e 18 de janeiro, quando Israel invadiu Gaza com o argumento de tentar deter o lançamento de mísseis, por parte do Hamas, contra seu território.

Outro lado

O governo de Israel, que se recusou a colaborar com a investigação da ONU, criticou o que considera uma predisposição da missão a atacar o Estado hebraico, mas afirmou que "lerá todo o relatório com cuidado".

"O mandato da missão e a resolução que a estabeleceu previram o resultado de qualquer investigação; deu legitimidade à organização terrorista do Hamas e desconsiderou a tática deliberada do Hamas de usar civis palestinos para encobrir ataques terroristas", afirmou o Ministério de Relações Exteriores de Israel, em comunicado enviado à missão israelense situada na ONU de Genebra.

O comunicado ressalta que Israel já examinou mais de cem denúncias de más condutas das forças durante a operação em Gaza e que elas já resultaram em 23 investigações criminais.

Com Efe, France Presse e Associated Press


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u624207.shtml

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Terrorismo judeu - puro e simples


Foto de Tess Scheflan; Fonte: Haaretz - Local do incidente


Terrorista judeu atirou ferindo dois palestinos em Jerusalém Ocupada hoje (11 de setembro de 2009). Uma das vítimas é um adolescente de 13 anos e outra é um adulto de 40 anos.

O terrorista judeu é um militar de 20 anos que estava fora de serviço. Como sempre, o terrorista alegou que estava agindo em legítima defesa ao ter sido atacado por palestinos.

A pergunta deveria ser: o que um soldado israelense faz em uma cidade palestina? Simples: é um soldado de uma força de ocupação. Repelir a ocupação por meios pacíficos e violentos é um direito dos povos.


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Theory / Teoria

The Clash of Ignorance

by Edward W. Said - October 4, 2001 - The Nation

http://www.thenation.com/doc/20011022/said

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O choque de ignorâncias

Por Edward W. Said (Tradução de Clara Allain) - 17 de outubro de 2001 - Folha de São Paulo


domingo, 6 de setembro de 2009

O ataque às equipes médicas

De acordo com Mutasim Awad diretor de Direito Internacional Humanitário do Comitê Palestino da Cruz Vermelha, há "um atraso ou impedimento do acesso aos pacientes em Jerusalém de forma diária". Ainda segundo Awad, durante a guerra em Gaza, 16 profissionais de saúde palestinos foram mortos, mais de 30 feridos e dúzias de clínicas, hospitais e centros médicos bombardeados.

Desde 2000, 17 membros do Crescente Vermelho (o comitê nacional palestino da Cruz Vermelha) foram assassinados, 250 feridos, 80 presos, 170 ambulâncias foram danificadas e 36 ambulâncias completamente destruídas por Israel.

O Secretariado da ONU para Coordenação de Assuntos Humanitários declarou em seu relatório de agosto que durante o mês de trabalho de julho, membros da ONU registraram um total de 77 acessos "atrasados" e totalmente negados por Israel, afetando 716 membros de suas equipes. Como resultado, a ONU perdeu 527 horas de trabalho, o que é equivalente a 70 dias de trabalho da ONU.

Israel aprova expansão de assentamentos

06/09/2009 - 19h26


O governo israelense aprovou neste domingo os planos do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu de construir centenas de novas casas e apartamentos em assentamentos judaicos na Cisjordânia, apesar da forte oposição dos Estados Unidos.

Segundo a mídia israelense, o projeto pode incluir a construção de até 700 mil novas residências nos assentamentos.

Na sexta-feira, o governo americano pediu a Israel que abandonasse os planos de construção na Cisjordânia, pelo bem das negociações de paz no Oriente Médio.

O secretário de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs, explicou a posição dos Estados Unidos sobre a questão: "Como o presidente disse no passado, os Estados Unidos não aceitam a legitimidade da contínua expansão dos assentamentos e pedimos que isso pare".

Ações como esta tornam "mais difícil" para a Casa Branca "criar" o clima para o diálogo, disse Gibbs.

As novas residências na Cisjordânia se somam a outras 2.500 unidades atualmente sendo construídas em Jerusalém Oriental, a área que os palestinos pretendiam declarar como capital de um futuro Estado.

Mas Israel quer continuar as construções para permitir o que chama de "crescimento natural" das comunidades nesses locais e se recusa a suspender as obras em Jerusalém Oriental.

Um porta-voz do grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, disse neste domingo que a continuação das construções nos assentamentos israelenses prova que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fracassou nas suas tentativas de mediação.

Os palestinos condicionam a retomada das negociações de paz à suspensão de todas as construções em assentamentos judaicos.

O negociador palestino Saeb Erekat afirmou que os planos de construir novas residências prejudicam os esforços de ressuscitar o processo de paz.

A expectativa é de que o assunto seja discutido no encontro entre Binyamin Netanyahu e o enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, George Mitchell, na semana que vem.

Cerca de 500 mil judeus vivem em mais de 100 assentamentos construídos desde a ocupação israelense da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, em 1967. Os assentamentos são considerados ilegais pelas leis internacionais, mas Israel questiona esta noção.

sábado, 5 de setembro de 2009

05/09/2009
Doctor: 90% of war casualties at Gaza hospital were civilians

O médico norueguês Mads Gilbert, membro do Comitê Norueguês de Ajuda, uma organização humanitária que atua com ações voltadas à saúde estava em Gaza atuando com ajuda humanitária no hospital de Shifa, na cidade de Gaza durante a última guerra.

Ele publicou um livro de mais de 300 páginas intitulado "Eu em Gaza" contando sua experiência de médico voluntário na Palestina, onde trabalha há mais de 20 anos. No livro ele declara que entre 80-90% dos pacientes atendidos com ferimentos ou mortos recebidos eram civis
.


Fonte: http://haaretz.com/hasen/spages/1112493.html


05/09/2009

IDF filmed aiming tear gas at Al-Jazeera reporter in West Bank
By Haaretz Service
Exército de Israel é filmado atirando granada de gás em repórter da Al-Jazeera na Cisjordânia [durante cobertura de protesto contra o muro do Apartheid, muro já condenado pela Corte Internacional de Justiça em 2004]
Fonte:
http://haaretz.com/hasen/spages/1112501.html

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Desmond Tutu diz que palestinos pagam pelo Holocausto

Tutu diz que palestinos pagam pelo Holocausto

28/08/2009
Jerusalém, 28 ago (EFE).- O arcebispo sul-africano Desmond Tutu, símbolo da luta em seu país contra o apartheid, considera que "os palestinos estão pagando" pelo Holocausto nazista contra os judeus na Segunda Guerra Mundial.
"O Ocidente se envergonha do Holocausto, como deve ser, mas quem paga por isso? Os palestinos estão pagando", afirma o arcebispo sul-africano em entrevista publicada hoje pelo diário "Ha'aretz".
"Um diplomata alemão me disse uma vez que a Alemanha é culpada de dois erros: o que cometeu com os judeus e o sofrimento dos palestinos", diz Tutu, que visita Israel e os territórios palestinos com uma delegação da organização Elders.
Na delegação da Elders que visita a região estão dois ex-presidentes, o americano Jimmy Carter e o brasileiro Fernando Henrique Cardoso, e a antiga alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, a irlandesa Mary Robinson.
Em alusão à declaração feita na Alemanha pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de que a lição que Israel deve aprender do Holocausto é que tem que se defender sozinho, Tutu disse: "a lição que Israel deve aprender do Holocausto é que a segurança nunca se garante com muros e armas".
Tutu se mostrou partidário de sanções seletivas a Israel por sua ocupação dos territórios palestinos, e explicou que "na África do Sul foram importantes" para que se alcançasse a igualdade de direitos entre a comunidade branca e negra.
O arcebispo sul-africano também criticou as organizações judaicas americanas que acusam sistematicamente de antissemita os que censuram a ocupação israelense dos territórios palestinos.
"Trata-se de algo infeliz", disse Tutu, ganhador do Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o apartheid.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Liberdade de Informação e Apartheid - Incompatíveis com a Democracia

Mohammed Omer, premiado jornalista palestino é atacado pelo Serviço Secreto de Israel O jornalista foi patrocinado pelo The Washington Report e teve sua viagem coordenada pela embaixada holandesa. Oficiais do serviço secreto israelense, checaram suas bagagens por duas vezes e zombaram por ele ter vencido um prêmio. Eles então decidiram fazer uma revista íntima, apontando um M16 para seu rosto e arrancando suas roupas à força. Um dos soldados pisou em seu pescoço para imobilizá-lo, enquanto outros examinavam cada cavidade de seu corpo. Ele então começou a passar mal, vomitou e desmaiou. A embaixada holandesa demandou explicações a Israel pelo tratamento desumano ao renomado jornalista. Com as mentiras e cinismo usual, o porta-voz de Israel declarou que "não sabia destes eventos que seguiram sua detenção e que não era responsável pelo comportamento do serviço secreto".

Fonte: http://ilanpappe.com/?p=76#more-76

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Apartheid na Escola

Fatos:

- Vila de Sulam, sul de Israel: 6 pais judeus-israelenses exigem a expulsão da única criança árabe matriculada na creche da comunidade judaica rural de Merhavia. A criança foi expulsa.

- A discriminação passa pela ausência de recursos em escolas árabe-israelenses: o Estado de Israel gasta 1.100$ para cara aluno judeu enquanto apenas 190$ para cada aluno árabe. (moeda e proporção mensal não explicitada).

- Em escolas religiosas, a diferença é ainda maior, com estudantes judeus recebendo nove vezes mais que estudantes árabes.

- Há uma falta de 1.000 salas de aulas para estudantes árabes, embora organizações de direitos humanos acreditem que o número seja ainda maior.

- Pesquisa da Universidade de Haifa em janeiro mostrou que 75% dos estudantes judeus vêem os estudantes árabes como "deseducados, incivilizados e sujos".

- 8.000 professores árabes estão desempregados enquanto Israel tem declarado carência de profissionais.

Little recourse for Arab girl rejected from Israeli day-care

Little recourse for Arab girl rejected from Israeli day-care
Jonathan Cook, The Electronic Intifada, 10 August 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Who is a true Israeli? / Quem é um verdadeiro israelense?

Poll: Half of Israelis feel those born elsewhere can't be 'true Israelis' (...) The report found that 77 percent of Russian immigrants support promoting Arab migration from Israel [a new word for expulsion?], as opposed to 47 percent of native Jews who say they would support such a policy. 33 percent of the native Jews accept the existence of Arab political parties within the Knesset, while only 23 percent of the immigrants accept this fact. (...) http://haaretz.com/hasen/spages/1104894.html -


Tradução: O relatório indicou que 77% dos imigrantes russos apóiam a promoção da imigração árabe-israelense [nova expulsão de árabes] de Israel, contra 47% dos judeus nativos que disseram que apoiariam esta política. 33% dos judeus nativos aceitam partidos políticos árabes no Parlamento [Knesset], enquanto apenas 23% dos imigrantes aceitam este fato. Ou seja, o camarada nasce na Rússia, vai para outro país e se acha no direito de promover a expulsão de quem nasceu ali... Os números não são menos assustadores: 77% de judeus nativos não concordam com partidos políticos de árabes-israelenses!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Netanyahu: Israel não vai desmontar "o muro"

22/07/2009
Netanyahu: Israel won't dismantle "West Bank fence" (The Apartheid Wall)
By Haaretz Service and News Agencies


Prime Minister Benjamin Netanyahu said Wednesday that Israel has no intention of dismantling the West Bank separation fence, which he called "a critical component of Israel's security."

"The separation fence will remain in place and will not be dismantled," Netanyahu told Knesset members.
http://haaretz.com/hasen/spages/1102097.html

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The Wall is considered illegal. In 2004, the International Court of Justice said that it
contrary to international law and should be dismantled. The Judges opinions can be read here: http://www.icj-cij.org/docket/index.php?p1=3&p2=4&k=5a&case=131&code=mwp&p3=4

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Netanyahu: Israel não vai desmontar "o muro do apartheid"
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu declarou que não vai desmontar o muro na Cisjordânia, que chamou de "componente fundamental de segurança". O muro é consideral ilegao. Em 2004, a Corte Internacional de Justiça declarou que é contrário ao Direito Internacional e deveria ser desmontado. As opiniões do juízes podem ser lidas aqui: http://www.icj-cij.org/docket/index.php?p1=3&p2=4&k=5a&case=131&code=mwp&p3=4 (inglês).


Israel apaga o termo “Nakba” de livros escolares dos árabes

Da Redação - http://www.arabesq.com.br/Principal/Política/PoliticsArticle/tabid/79/ArticleID/1478/Default.aspx

O Ministro da Educação israelense Gideon Saar anunciou que o termo "Nakba", que indica a catástrofe da criação do estado de Israel em 1948 e o êxodo forçado de palestinos de suas terras ocupadas, será apagado dos livros escolares dos palestinos que permaneceram em Israel após 1948.

"A decisão de incluir este termo há vários anos na educação dada aos árabes israelenses foi um erro que será corrigido nos próximos livros escolares que estão sendo preparados.", afirmou uma declaração do ministério divulgada nessa terça.

“Não há motivos para considerar uma catástrofe a criação do estado de Israel em um sistema educativo oficial. A função desse sistema não é negar a legitimidade do nosso país e nem incentivar o radicalismo nas frentes árabes israelenses”, acrescentou.

Uma comissão governamental israelense havia aprovado anteriormente um projeto de lei controverso sobre a “Nakba”.

A lei impede o governo israelense de prestar qualquer apoio a eventos que tratam da “Nakba” e prevê punições para seus organizadores. O chanceler israelense de ultra-dieita, Avigdor Lieberman, que visita hoje o Brasil, incluiu na lei a punição com 3 anos de prisão para aqueles que infringem a lei.

O número de árabes israelenses é se 1,2 milhões de pessoas de um total de 7 milhões em Israel. Estes árabes são os filhos e netos de 160 mil palestinos que permaneceram em suas terras após a criação do Estado de Israel em 1948.

Com agências internacionais



22/07/2009
Israel bans use of Palestinian term 'nakba' in textbooks
By Reuters

Israel will remove from school textbooks an Arabic term that describes its creation in 1948 as a "catastrophe", the Education Ministry said on Wednesday.

Prime Minister Benjamin Netanyahu said when he was opposition leader two years ago the word "nakba" in Israeli Arab schools was tantamount to spreading propaganda against Israel.

The term, which is not part of the curriculum in schools in Jewish communities, was introduced into a book for use in Arab schools in 2007 when the Education Ministry was run by Yuli Tamir of the center-left Labor party.

The book was aimed at children, aged 8 and 9.

Arab citizens make up about a fifth of Israel's population of seven million. The term nakba is used by Palestinians to describe the founding of Israel in a war when some 700,000 Palestinians fled or were expelled from their homes.

"After studying the matter with education experts it was decided that the term nakba should be removed. It is inconceivable that in Israel we would talk about the establishment of the state as a catastrophe," said Yisrael Twito, a spokesman for Education Minister Gideon Sa'ar.

A passage in the textbook, describing the 1948 Middle East war at the time of Israel's creation, said: "The Arabs call the war the nakba - a war of catastrophe, loss and humiliation - and the Jews call it the Independence War."

Jafar Farrah, director of Mossawa, an Israeli-Arab advocacy group, said the decision to remove the term only "complicated the conflict". He called it an attempt to distort the truth and seek confrontation with the country's Arab population.

http://haaretz.com/hasen/spages/1102099.html

terça-feira, 21 de julho de 2009

Israel é um Estado colonialista e expansionista

Israel is a colonial-expansionist state. The two following articles, published in the same day at Haaretz, subsidise this affirmation.

21/07/2009
'Israel has indisputable right to build in East Jerusalem'
By Barak Ravid, Haaretz Correspondent and Haaretz Service

Deputy Foreign Minister Danny Ayalon said Tuesday that Israel had an "indisputable" right to build anywhere in Jerusalem, including East Jerusalem, following international calls on Israel to halt construction in the disputed area.


(...) Channel 10 quoted Shas Chairman Eli Yishai as saying. "Israel's government and the state of Israel are free to build anywhere in Israel, certainly after having obtained all the relevant permits by law."


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21/07/2009
Study: Settlements get more state funding than Israeli cities
By Reuters

Jewish settlements in the West Bank get significantly bigger slice of Israeli government financial help than municipalities in Israel itself, according to a study published on Tuesday.

The study by the Macro Center of the Israeli European Policy Network is entitled "Historical Political and Economic Impact of Jewish Settlements in the Occupied Territories."

The settler population is also growing more than three times faster than the population of Israel proper, says the report, which traces the development of Jewish settlements since the 1967 Six-Day War.
(...)
"While Israeli municipalities as a whole receive 34.7 percent of their income from [the government] and obtain another 64.3 percent from their own income, settlement municipalities obtain 57 percent from the [government], and only 42.8 percent from their own income," the study found.

Israel's government "allocates 4.1 percent its total budget for municipalities to settlements, although they constitute just 3.1 percent of the total Israeli population", the report adds.
http://www.haaretz.com/hasen/spages/1101829.html

Pogroms: Colonos judeus atacam propriedades de palestinos

21/07/2009
Palestinians: Settlers cut down 40 olive trees in fresh West Bank rampage

By Anshel Pfeffer, Haaretz Correspondent, and The Associated Press

Settlers rampaged in the West Bank for a second straight day on Tuesday, cutting down some 40 olive trees belonging to Palestinian farmers in the village of Burin, said Mayor Ali Eid.
The Israel Defense Forces said it received reports of the rampage, but by the time troops arrived, the settlers had fled.
Extremist settlers often vandalize Palestinian property to protest Israel's removal of small, illegal outposts in the West Bank - a tactic they call "the price tag."
(...)

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Colonos cortam 40 oliveiras em novo ato de fúria na Cisjordânia

Colonos devastam a Cisjordânia pelo segundo dia seguido. Desta vez cortaram 40 oliveiras pertencentes à agricultores palestinos na vila de Burin, declarou o prefeito Ali Eid.
As forças armadas de Israel receberam relatórios da devastação, mas quando soldados chegaram, os colonos judeus já haviam fugido.
Colonos (judeus-sionistas, embora nem sempre israelenses) extremistas frequentemente vandalizam propriedades de palestinos como represália à sua retirada de seus assentamentos ilegais. (...)
http://haaretz.com/hasen/spages/1101831.html

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Planned genocide / Genocídio planejado

"Has a people ever been known to give up its territory of its own volition? Likewise, the Arabs in Palestine will not renounce their sovereignty without violence." Z. Jabotinsky apud RODINSON, Maxime. Israel - A Colonial-Settler State?. 8th ed. New York: Pathfinder, 2001 (p. 65)

Jabotinsky was a Zionist. This citation states clearly the intentions of the Zionist movement to the traditional population in Palestine.

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"Alguma vez um povo foi conhecido por ceder seu território por livre vontade? Da mesma forma, os árabes na Palestina não vão renunciar sua soberania sem violência" - Ze'ev Jabotinsky (1880-1940).

Jabotinsky foi um sionista. Esta citação deixa claro as intenções do movimento sionista para a população tradicional na Palestina.