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segunda-feira, 21 de março de 2011

Richard Falk (analista da ONU): Israel faz limpeza étnica!

http://www.haaretz.com/news/diplomacy-defense/un-investigator-israel-engaged-in-ethnic-cleansing-with-settlement-expansion-1.350938


Published 18:53 21.03.11Latest update 18:53 21.03.11


UN investigator: Israel engaged in ethnic cleansing with settlement expansion
U.S. academic Richard Falk spoke to UN Human Rights Council as it prepared resolution condemning settlement building in East Jerusalem and West Bank.

By Reuters


Investigador da ONU: Israel está fazendo uma limpeza étnica com a expansão dos assentamentos, declarou o acadêmico dos EUA, Richard Falk no Conselho de Direitos Humanos da ONU (...).


Mais informações (em inglês, ligação externa com o sítio eletrônico da ONU)


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Noam Chomsky também é impedido de entrar em Israel/Palestina


O lingüista e professor judeu-estadunidense Noam Chomsky teve entrada negada na Cisjordânia este mês. Ele iria dar uma palestra na Universidade palestina de Bir Zeit.

Outras personalidades como o Relator da ONU (e também judeu-estadunidense) Richard Falk foi impedido de entrar em Israel, o cientista político (judeu-estadunidense) Norman Finkelstein e o juiz e relator da ONU Richard Goldstone.

Veja mais http://apartheidnapalestina.blogspot.com/2010/04/richard-goldstone-sera-banido-de.html


Fonte:



quarta-feira, 21 de abril de 2010

Richard Goldstone será banido de cerimônia de neto


O magistrado sul-africano Richard Goldstone não poderá participar da cerimônia de Bar Mitzvá de seu neto.

Goldstone, que é judeu, foi o responsável pela elaboração do relatório de investigações de crimes de guerra ocoridos na última guerra de Israel contra Gaza.

A Federação Sionista Sul-Africana declarou que não irá permitir a presença dele no evento.
A cerimônia religiosa judaica, realizada aos 13 anos para os meninos e aos 12 para as meninas, marca a "maioridade" do judeu diante dos compromissos de sua comunidade, passando a ser responsável por seus atos.

Histórico

Não é a primeira que retaliações deste tipo ocorrem contra judeus.

Em 2007, Ilan Pappé, um historiador judeu-israelense, foi obrigado a deixar Israel. Após emprestar solidariedade aos palestinos e declarar apoio às medidas de boicote à mercadorias israelenses por suas políticas de apartheid, ele passou a ser ameaçado diariamente, o que motivou sua saída do país.

Norman Finkelstein, proeminente cientista político judeu-estadunidense e filho de sobreviventes do Holocausto, foi detido por vinte e quatro horas e posteriormente banido de Israel por dez anos, em maio de 2008. A motivação foram os livros com críticas à Israel. (Mais informações: http://www.guardian.co.uk/world/2008/may/26/israelandthepalestinians.usa )

Em dezembro de 2008, Richard Falk, professor de Direito Internacional judeu-estadunidense e, à época, Relator da Organização das Nações Unidas (ONU), no exercício de seu mandato foi detido por quinze horas em Israel. (Seu relato pode ser lido aqui: http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/dec/19/israel-palestinian-territories-united-nations )

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Relator de Direitos Humanos da ONU: Gaza invoca memórias do Gueto de Varsóvia

Relator de Direitos Humanos da ONU: Gaza invoca memórias do Gueto de Varsóvia


By Haaretz Service and Reuters

Há evidências de que Israel cometeu crimes de guerra durante a campanha de 22 dias na Faixa de Gaza e deveria haver uma investigação independente, afirmou Richard Falk, investigador da ONU para Direitos Humanos nos Territórios Palestinos Ocupados, quinta-feira.

O sofrimento mental imposto a todos os civis durante o ataque é tamanho que a inteira população de Gaza poderia ser vista como vítimas, disse Falk, relator especial da ONU.

Falk, falando por telefone de sua casa, na Califórnia, EUA, disse que as evidências de que as ações de Israel em Gaza violaram o Direito Internacional Humanitário deveriam motivar uma investigação independente para avaliar se foram cometidos Crimes de Guerra.

"Eu acredito que é o primeiro passo para se chegar à uma conclusão" ele disse em uma conferência à imprensa em Genebra, Suíça.

Falk disse que Israel não fez nenhum esforço para permitir que civis escapassem da guerra.

"Trancar pessoas em uma zona de guerra é algo que invoca as piores memórias internacionais do Gueto de Varsóvia e cercos que ocorreram sem intenção durante o período de guerra."
Falk, que é judeu, disse, se referindo à fome e assassinato de judeus em Varsóvia pelos Nazistas alemães durante a Segunda Guerra Mundial.

"Poderia haver alguma medida temporária para permitir que crianças, deficientes e civis doentes, deixassem a área, ainda que para a área que deixassem fosse o sul de Israel." disse o acadêmico dos EUA.

Falk disse que a população inteira de Gaza, que foi trancafiada em uma zona de guerra, sem possibilidade de sair como refugiados, deve ter causado danos mentais para toda a vida. Se assim for, a definição de vítima deveria se estender à toda a população civil.

Falk, que teve entrada em Israel negada duas semanas antes do ataque iniciar, em 27 de dezembro de 2008, anulou o argumento de Israel, de que o ataque seria em legítima defesa diante dos ataques de mísseis disparados pelo Hamas.
"Em minha leitura da Carta da ONU e do Direito Internacional, não há fundamento legal para o alegado direito à legítima defesa", ele disse.

Israel não se restringiu à atacar áreas em que os foguetes eram lançados e se recusou a negociar com o Hamas, impedindo uma solução diplomática, disse Falk.

O Ministro de Relações Exteriores de Israel rejeitou as afirmações de Falk: "Não há necessidade para se preocupar. Falk é conhecido por odiar Israel.", ele disse em uma entrevista para a Rádio das Forças Armadas de Israel.

Cerca de 1.300 palestinos, muitos dos quais crianças, foram mortos e 5.000 feridos no ataque. 10 soldados israelenses e três civis foram mortos.

UN human rights official: Gaza evokes memories of Warsaw Ghetto

23/01/2009

UN human rights official: Gaza evokes memories of Warsaw Ghetto
By Haaretz Service and Reuters
http://haaretz.com/hasen/spages/1058196.html

There is evidence that Israel committed war crimes during its 22-day campaign in the Gaza Strip and there should be an independent inquiry, UN investigator Richard Falk said Thursday. The mental anguish of the civilians who suffered the assault is so great that the entire population of Gaza could be seen as casualties, said Falk, U.N. special rapporteur on human rights in the occupied West Bank and Gaza Strip. Falk, speaking by phone from his home in California, said compelling evidence that Israel's actions in Gaza violated international humanitarian law required an independent investigation into whether they amounted to war crimes.
"I believe that there is the prima facie case for reaching that conclusion," he told a Geneva news conference. Falk said Israel had made no effort to allow civilians to escape the fighting. "To lock people into a war zone is something that evokes the worst kind of international memories of the Warsaw Ghetto, and sieges that occur unintentionally during a period of wartime," Falk, who is Jewish, said, referring to the starvation and murder of Warsaw's Jews by Nazi Germany in World War Two. "There could have been temporary provision at least made for children, disabled, sick civilians to leave, even if where they left to was southern Israel," the U.S. professor said. Falk said the entire Gaza population, which had been trapped in a war zone with no possibility to leave as refugees, may have been mentally scarred for life. If so, the definition of casualty could be extended to the entire civilian population. Falk, who was denied entry to Israeltwo weeks before the assault started on Dec. 27, dismissed Israel's argument that the assault was for self-defense in the light of rocket attacks aimed at Israel from the Hamas-ruled Gaza strip. "In my view the UN charter, and international law, does not give Israel the legal foundation for claiming self-defence," he said. Israel had not restricted fighting to areas where the rockets came from and had refused to negotiate with Hamas, preventing a diplomatic solution, Falk said. A Foreign Ministry official rejected Falk's accusations. "There's no need to lose one's temper. Falk is a well-known Israel hater," he told Army Radio. About 1,300 Palestinians, many of them civilians, were killed and 5,000 wounded in the assault. Ten Israeli soldiers and three civilians, hit by cross-border rocket fire, were killed.